“Eu me lembro bem quando minha mãe disse: Um dia minha filha você vai me entender! hoje eu entendo esse amor inexplicável, tão grande, mas tão grande que parece que o nosso peito vai explodir, quase dói né?
Eu entendo que nós vamos várias vezes ao quarto do nosso filho, para ver se ele está respirando ali enquanto dorme, e mesmo depois de uma noite mal dormida, ou às vezes não dormida, no dia seguinte a gente é capaz de trabalhar e aguentar o dia, mesmo se sentindo um zumbi, porque o filho acordou ‘sorrindo’.
Aliás, o sorriso do filho é tudo né? A gente só quer que eles sejam felizes, simples assim. Quando ficam doentes queríamos que fosse ‘conosco’, tentamos protegê-los de tudo, do mundo.
Eles não vieram ao mundo com ‘bula’ e nem tem manual para as mães de primeira viagem, é só errando que se aprende e a melhor educação que podemos dar é o exemplo, e, é só deixando que eles enfrentem as frustrações que eles vão crescer, aliás, eles crescem rápido, rápido demais, de repente a gente vira um ‘mico’, ai que ‘mico’ mãe!
Eles querem distância, eles querem ‘voar’! e não é pra isso que agente cria? Para o mundo? Olha, para a gente eles sempre vão ser os nossos bebês, mas um dia eles vão nos entender, e como dizia a minha mãe: Dia da mãe é todo dia.
Mas como é bom aquele olhar, aquele beijo, um abraço, um bilhetinho que seja num dia só nosso né?”
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